Novo estudo liga desmatamento da Amazônia a seca no país
Cenário já é
irreversível, o tempo foi adiantado devido as informações falsas do governo, o aumento real é de quase
500% no desmatamento e não de 5% divulgado pelo
(INPE) onde
o governo criminoso petista escondia
fatos para favorecer a reeleição
de Dilma.
Devido à aceleração escabrosa na devastação ambiental, o tempo agora seria este: Falta (6) meses para o
Brasil virar deserto, SP, MG e RJ irá perder todos seus rios ficando sem uma gota d'água.
Matéria publicada em 03/11/2011
Amazônia está em seu limite. O alerta foi feito pelo
biólogo Thomas Lovejoy, professor da George Mason
University, de Virgínia, Estados Unidos. Segundo ele, a
floresta "está muito próxima de um ponto de não retorno
para sua sobrevivência, devido a uma combinação de
fatores que incluem aquecimento global, desflorestamento
e queimadas que minam o sistema hidrogeológico". De
acordo com o pesquisador, restam apenas cinco anos para
se inverter as tendências em tempo de se evitar
consequências climáticas globais graves, como a
desertificação de algumas regiões.
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Os vilões são os métodos empregados em larga escala pelo
setor extrativista predatório (madeireiros) e pela
agricultura extensiva (pecuária) para ocupar áreas na
Amazônia: motosserra, correntão e fogo, todos autorizados pelo governo brasileiro que permite a atrocidade com a vida do país, como também dos animais que vivem nestes ambientes. |
Para o doutor em Ciências da Terra
e especialista em Amazônia Antônio Donato Nobre, se os
legisladores do Brasil enxergassem o que a comunidade
científica já vê, as ações do governo poderiam ser mais
eficazes para a recuperação de biomas via mecanismos de
valorização econômica para um uso sustentável da
floresta.
"No entanto, o que vemos é uma busca frenética por
alterar a lei das florestas (como ocorreu com o código
florestal) na direção contrária ao que seria urgente:
anistia para os desmatadores e estímulo continuado para
o processo de desmatamento. A sociedade brasileira tem
demonstrado preocupação com a floresta e com o clima de
forma massiva e inequívoca, fato, entretanto, que não
parece sensibilizar a maioria daqueles que fazem as
leis", destaca Nobre.
Segundo o pesquisador brasileiro, há consenso na
comunidade científica de que a floresta em pé, intacta,
tenha alguma capacidade de resistir a mudanças
climáticas externas. "Desde os anos 1970 estamos
construindo o conhecimento de como a floresta influencia
e é influenciada pelo clima. Ela transpira
extraordinários volumes de água (aproximadamente 20
bilhões de toneladas evaporam por dia) e condiciona
engenhosamente a própria chuva. Além de chuvas, ventos
que succionam a umidade atmosférica do Atlântico para
dentro da América do Sul. Esse sistema virtuoso parece
ter resistido ao longo de eras geológicas, mas sempre
contando com extensiva cobertura florestal nativa",
explica.
Contudo, a alteração da cobertura florestal perturba o
mecanismo da floresta amazônica e compromete sua
capacidade de auto-regeneração. "A teoria da bomba
biótica explica o motivo: sem floresta ocorre redução
brusca do bombeamento de água via árvores do solo para a
atmosfera; menos vapor é emitido pela superfície
desmatada, menos condensação nas nuvens, menos ventos
nos rios voadores, menor entrada de umidade na região".
Os estudos observacionais de modelagem climática e
análise teórica convergem na indicação de que limites
importantes de desmatamento e degradação florestal estão
se aproximando, reforça o pesquisador.
De acordo com Lovejoy, restam apenas cinco anos para se
inverter as tendências em tempo de se evitar problemas
de maior gravidade. Além disso, o biólogo crê que 20% de
desflorestamento em relação ao tamanho original da
Amazônia é o máximo que ela consegue suportar e o atual
índice já é de 17% (em 1965, a taxa era de 3%). Ou seja,
a floresta como conhecemos estaria prestes a acabar.
Para Antônio Donato Nobre, nos melhores cenários
teríamos um clima muito mais seco, parecido com aquele
que produz savanas. Isso levaria a ocorrência de fogo, o
que dificultaria o retorno da floresta. Já nos piores
cenários imaginados, com o sumiço do "oceano verde" os
ventos alísios enfraqueceriam até o ponto de não mais
entrarem na América do Sul, o que poderia causar uma
desertificação em determinadas áreas.
"Em qualquer caso,
é de se imaginar que uma alteração tão grande nas
cabeceiras dos rios voadores deva afetar o transporte de
umidade para o Centro Oeste, Sudeste e Sul, o que
implicaria em esperar uma acidificação importante ou
desertificante para a porção meridional da América do
Sul (a região compreendida entre Cuiabá e Buenos Aires,
e entre São Paulo e os Andes)", analisa.
Há estudos que sugerem ainda que um desaparecimento da
Amazônia teria repercussões diretas nos dois grandes
oceanos do mundo, Pacifico e Atlântico, com
consequências climáticas globais gravíssimas. Reuters
Ambientalista
vai além: O clima já afetado no Brasil deixa rastro de
prejuízo bilionários na agricultura, com o avanço do
desmatamento a umidade que vem da Amazônia pode demorar,
ou em breve nunca chegar ao sudeste e centro oeste,
colocando SP e MG em estado crítico sem chuvas por
longos períodos de estiagens ou curto período de chuvas
avassaladoras.
A poluição extrema agrava problemas respiratórios e
doença epidêmica, triplicando com a falta da (umidade
relativa do ar). Avisamos centenas de vezes que SP
ficaria sem água, mas tanto a população e principalmente
os políticos ignoraram nosso apelo. Este é o legado dos
políticos deixado para o Brasil, saques e destruição dos
habitat. Ama-se seu país, se deseja que seus filhos e
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